O PseudoAutor

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Baiano nascido numa tarde de julho de 1991. Agnóstico e hipster, estudante de História, apaixonado por simbologias, mitologias e animais pré-históricos.

Escreve amadoramente desde 2007; após alguns anos e quase trinta livros rascunhados, Alec publicou uma coletânea de histórias curtas (Zarak, o Monstrinho, Multifoco, 2011), um conto numa antologia sobre répteis cuspidores de fogo (Dragões, Draco, 2013) e um romance autobiográfico fantástico (A Guerra dos Criativos, independente, 2013), além de algumas obras virtuais na Amazon.

Atualmente se divide em pesquisas para projetos literários e coordenação editorial de um selo independente.

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Perguntas do Ask #1


Recentemente criei uma conta no Ask, o que gerou certo espanto de meus amigos, pois sou considerado muito hipster para ter algo assim... Até pode ser considerado um dos sinais para o fim próximo do mundo. Tudo bem que sou meio averso ao novo, ao que é moda em muitas áreas, mas sei ver o futuro e acompanhar o seu ritmo, e uma prova disso é que tenho uma conta quase esquecida no Twitter, algo que nem cogitava em ter!

Mas, o motivo desta postagem são 3 perguntas sobre literatura, sobre a MINHA literatura. Respondi lá, mas gostaria de postar aqui as perguntas e as suas respostas.

  • Qual seu diferencial na literatura?
Bem, nenhum. Apenas estou aberto a tentar e me arriscar, a investir em ideias insanas, em projetos malucos, a olhar para trás e ver coisas legais que dariam boas histórias. De vez em quando tenho um surto e crio algo estranho e original, como a autobiografia fantástica, que graças a Deus irá render uma série de livros em parceria. Apenas isso. Sou criativo demais e inquieto, sempre disposto a experimentar algo. =)

  • Qual o objetivo dos seus livros ou o livro que está escrevendo no momento?
Bem, existem alguns objetivos, algumas metas que eu pretendo a cada livro. Primeiro: contar uma história, algo que eu gostaria de ler e que espero que mais alguém goste; eu preciso gostar daquilo que estou escrevendo, que estou criando antes, pois, se eu não, como leitor, for incapaz de gostar, não conseguirei o mesmo de outras pessoas. Segundo: aliviar alguma coisa que me incomoda ou exprimir algo que me agrada; é algo natural de meu gosto pela literatura, tanto para escrever quanto para ler. Terceiro: passar ao leitor alguma coisa, e não me refiro a morais ou me achar capaz de tal tarefa, mas permitir a ele, ao ser humano que lê aquilo que escrevo a sonhar assim como eu sonho; e aí surgem outros detalhes que creio que dispensa notas. E quarto: viver, afinal, do que vale um livro, seja escrito por mim ou por outra pessoa se for incapaz de me fazer viver em algum lugar, em algum tempo, em alguma vida por dezenas, centenas ou milhares de páginas? Bem, é mais ou menos isso.

  • De onde vem a inspiração para seus livros?
Depende do momento, do que estou sentindo, da dor que está me dominando. Por exemplo, o livro que terminei recentemente é sombrio, violento, romântico, poético, belíssimo, mágico... Surgiu da depressão, da dor que me consumia, e foi todo escrito assim, por mais de 4 meses. Tanto que reuniu não apenas meu pseudônimo (Alec Silva) quanto os dois heterônimos, o poeta (Alécio Silva) e o contista (Alastair Dias), sendo uma obra mista, de mais de 190 folhas manuscrias, numa letra bem pequena, aliás. No geral, aprecio mitologia, fatos históricos e possibilidades... Não ligo se a ideia é nova ou não; se é boa, merece minha atenção. Sou um autor visual e experimental sempre.

Bem, é isso... Sem mais. Se alguém quiser perguntar algo ou até mesmo me xingar, aqui está a chance.

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